08 setembro 2014

O Terrível Ebola

Por Thyago

Há algum tempo a epidemia de ebola é um assunto recorrente nos noticiários do mundo todo, devido ao seu alto grau de periculosidade - com uma taxa de mortalidade de 90%, sem contar o fato de ser uma doença que infelizmente ainda não possui cura. Muito se fala, mas poucos são capazes de explicar: o que é, como os sintomas se alastram ou como se dá a transmissão.

O Ebola ou Febre Hemorrágica Ebola é uma doença causada pelo vírus ebola. Seus sintomas demoram de 2 a 21 dias para aparecerem no indivíduo infectado e se manifestam através de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça, ao longo da doença a pessoa passa a sentir náuseas, ter vômito, diarreia, coceiras e durante esta fase alguns indivíduos passam a ter problemas hemorrágicos.

contato do ser humano com sangue ou fluídos de animais infectados, faz com o indivíduo adquira a doença e seja transmissor através dos mesmos meios.

Em 1975, a epidemia estendeu-se por países como Sudão, República Democrática do Congo (na época Zaire), Uganda e Congo, registrou 1.975 casos de pessoas infectadas. A epidemia atual atinge países da Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria - este que, por sua vez, é o país mais populoso da África. Hoje já são mais de 2.000 mortos com uma média de 2,25 casos por hora.


Atualmente já foram investidos mais de 350 milhões para o auxílio dos países atingidos, além do investimento com o ZMapp - vacina para a cura, que já foi testada em dois infectados, mas devido ao tempo necessário para saber se foi realmente capaz de curá-los (entre 2 a 4 meses) ainda não foram apurados os resultados.

Espera-se muito que esta epidemia acabe e que as pessoas possam viver sem medo de contraírem ou serem portadores da doença. A Organização Mundial de Saúde determina um período de 42 dias sem nenhum caso para dar fim real a este problema.

O vídeo a seguir retrata o medo das pessoas que vivem nessas áreas de risco têm em contrair a doença, sem contar as inúmeras dificuldades que passam, por falta de suprimentos e água.



Fonte: Revista SuperInteressante set/2014